Enquanto caminhava pela estrada numa noite de chuva e de muito vento ouvi um grito parecendo vir da escuridão do infinito que dizia assim: “Mataram-no mataram-no!!”
Eu, sozinho no meio daquela escuridão amedrontado com o que se passava, meu coração batia batia batia... Fui lá e avistei alguém horrífico morto no chão com o sangue escorrendo pela boca fora e os miolos todos espalhados pela estrada.
Depois disso, continuei a caminhar pela estrada numa noite de chuva e de muito vento onde ouvi um grito parecendo vir da escuridão do infinito que dizia: “Mataram-no, mataram-no!!”
Fui então que me apercebi que o Homem de Negro estava morto no chão e eu com uma arma na mão.
“Mataram-no, mataram-no!!”
-Eu seu que o mataram, mas não fui eu, fui eu, fui eu, fui eu, fui eu… … (dizia o eco)
Não tenhas medo da vida vazia
Onde tudo isto é pura fantasia
Não tenhas medo da noite escura
Onde o Homem Negro vive na amargura
Temos que mudar a nossa vida
Onde nada se passa no dia a dia
Um dia vais ser minha
Minha morte minha sorte
Se quisesse já te tinha
Mas seria cobarde ou seria forte